A dor no ombro é uma das queixas musculoesqueléticas mais frequentes e, muitas vezes, é subestimada. No entanto, quando o desconforto persiste, se intensifica ou passa a interferir nas atividades cotidianas, ele deixa de ser um sintoma comum e passa a representar um possível sinal de comprometimento.
Dificuldade para elevar o braço, perda de força, estalos dolorosos durante o movimento e dor noturna são manifestações que merecem atenção. Esses sinais podem estar associados a alterações em estruturas fundamentais do ombro, como tendões, músculos, bursas e cartilagem, responsáveis pela função da articulação.
A busca por avaliação em fases iniciais é determinante para um diagnóstico preciso e para a definição da conduta mais adequada. A investigação precoce permite controlar a dor, preservar a função do ombro e evitar a progressão para quadros mais complexos, que podem resultar em limitação funcional prolongada e afastamento das atividades habituais.
A SBCOC reforça que reconhecer os sinais de alerta e agir de forma oportuna faz parte do cuidado com a saúde musculoesquelética. A informação qualificada, aliada à avaliação adequada, contribui para decisões seguras, melhor evolução clínica e manutenção da qualidade de vida ao longo do tempo.