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	<title>Leonardo Santana &#8211; SBCOC</title>
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	<description>Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo</description>
	<lastBuildDate>Tue, 10 Mar 2026 20:28:43 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Leonardo Santana &#8211; SBCOC</title>
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	<item>
		<title>Treinos intensos de crossfit exigem atenção redobrada ao ombro e cotovelo</title>
		<link>https://sbcoc.org.br/treinos-intensos-de-crossfit-exigem-atencao-redobrada-ao-ombro-e-cotovelo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Santana]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 20:28:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[Sobrecarga, repetição de movimentos e falta de orientação adequada podem aumentar o risco de lesões nessas articulações, alerta a Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo (SBCOC) O crossfit vem ganhando cada vez mais praticantes por combinar força, resistência e movimentos de alta intensidade em treinos dinâmicos. Mas, junto com os benefícios, a prática  [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Sobrecarga, repetição de movimentos e falta de orientação adequada podem aumentar o risco de lesões nessas articulações, alerta a Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo (SBCOC)</em></p>
<p>O crossfit vem ganhando cada vez mais praticantes por combinar força, resistência e movimentos de alta intensidade em treinos dinâmicos. Mas, junto com os benefícios, a prática também exige atenção ao corpo, especialmente quando os exercícios envolvem cargas elevadas e movimentos repetitivos acima da cabeça. Nessas situações, regiões como ombro e cotovelo acabam sendo bastante exigidas, o que pode favorecer o surgimento de lesões se não houver orientação adequada, preparo físico e respeito aos limites individuais.</p>
<p>Entre as lesões mais comuns relacionadas à prática estão as tendinites, lesões do manguito rotador e as sobrecargas que afetam as articulações do ombro e do cotovelo. “O crossfit envolve exercícios intensos, com repetição de movimentos e uso de cargas elevadas, muitas vezes acima da cabeça. Essa combinação aumenta a exigência sobre as articulações do ombro e do cotovelo e, quando não há técnica adequada ou respeito aos limites do corpo, o risco de lesões por sobrecarga se torna maior”, explica o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo (SBCOC), Dr. Eduardo Malavolta.</p>
<p>Alguns sinais podem indicar que algo não vai bem e merecem atenção. Dor persistente durante ou após os treinos, sensação de fraqueza no braço, estalos, limitação de movimento e dificuldade para realizar exercícios que antes eram feitos normalmente são alguns dos sintomas que podem indicar sobrecarga ou lesões nas articulações do ombro e do cotovelo.</p>
<p>Quando os sintomas são ignorados e a prática esportiva continua mesmo com dor, o risco é que pequenas inflamações evoluam para lesões mais complexas. “Muitas vezes, o praticante acredita que a dor faz parte do treino e continua forçando a articulação, mas esse comportamento pode agravar o quadro e transformar uma inflamação inicial em lesões mais sérias, como rupturas de tendões”, ressalta. “Nesses casos, a avaliação médica é fundamental para identificar a origem do problema e indicar o tratamento mais adequado, que pode variar desde repouso e fisioterapia até cirurgia, dependendo da gravidade da lesão”, completa.</p>
<p>A adoção de alguns cuidados durante os treinos pode ajudar a reduzir o risco de lesões nessas articulações. Respeitar os limites do corpo, priorizar a execução correta dos movimentos e contar com orientação profissional são medidas importantes para quem pratica crossfit ou outras atividades de alta intensidade. “O exercício físico traz inúmeros benefícios para a saúde, mas precisa ser realizado com responsabilidade. A orientação adequada, a progressão gradual de carga e a atenção aos sinais do corpo são fundamentais para evitar lesões e preservar a saúde das articulações do ombro e do cotovelo”, conclui.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre a Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo (SBCOC)</strong></p>
<p>A Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo é uma associação científica de âmbito nacional, sem fins lucrativos, constituída por médicos interessados no estudo das afecções ortopédico-traumáticas das articulações do ombro e cotovelo.</p>
<p>Com 37 anos de existência, a SBCOC atua no incentivo e aperfeiçoamento e difusão dos estudos, conhecimentos, pesquisas e prática de cirurgia de ombro e cotovelo, provendo condições de atualização permanente dos médicos por meio de ensino, pesquisa e educação continuada.</p>
<p><strong>Assessoria de Imprensa da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo (SBCOC)</strong></p>
<p><strong>Predicado Comunicação</strong></p>
<p>Victor Oliveira – <a href="mailto:victor@predicado.com.br">victor@predicado.com.br</a> / (11) 94470-6660 WhatsApp</p>
<p>Vanessa de Oliveira &#8211; <a href="mailto:vanessa@predicado.com.br">vanessa@predicado.com.br</a> / (11) 97529-0140 WhatsApp</p>
<p>Carolina Fagnani &#8211; <a href="mailto:carolina@predicado.com.br">carolina@predicado.com.br</a> / (11) 99144-5585 WhatsApp</p>
<p>Raquel Pantaleão – <a href="mailto:raquel@predicado.com.br">raquel@predicado.com.br</a> / (11) 91112-6611 WhatsApp</p>
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			</item>
		<item>
		<title>SBCOC destaca o impacto das novas tecnologias na prática cirúrgica do membro superior</title>
		<link>https://sbcoc.org.br/sbcoc-destaca-o-impacto-das-novas-tecnologias-na-pratica-cirurgica-do-membro-superior/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Santana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 16:54:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[A incorporação de novas tecnologias tem transformado de forma significativa a prática cirúrgica do membro superior, exigindo atualização constante e análise criteriosa por parte dos profissionais. Nesse cenário, a Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo (SBCOC) tem papel fundamental ao promover a discussão científica qualificada sobre inovação, segurança e aplicabilidade clínica dessas ferramentas.  [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A incorporação de novas tecnologias tem transformado de forma significativa a prática cirúrgica do membro superior, exigindo atualização constante e análise criteriosa por parte dos profissionais. Nesse cenário, a Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo (SBCOC) tem papel fundamental ao promover a discussão científica qualificada sobre inovação, segurança e aplicabilidade clínica dessas ferramentas.</p>
<p>Avanços em técnicas cirúrgicas, instrumental, métodos de fixação e recursos de imagem têm ampliado as possibilidades terapêuticas, ao mesmo tempo em que aumentam a responsabilidade na tomada de decisão. A SBCOC atua para que a adoção dessas tecnologias seja baseada em evidência científica, treinamento adequado e avaliação dos reais benefícios para o paciente, evitando o uso indiscriminado ou desalinhado da prática clínica.</p>
<p>Por meio de cursos, eventos científicos, reuniões técnicas e produção de conteúdo educacional, a SBCOC estimula o debate sobre como a tecnologia pode contribuir para melhores resultados funcionais, maior precisão cirúrgica e redução de complicações. A atualização contínua permite que o cirurgião compreenda não apenas o funcionamento dos novos recursos, mas também suas indicações, limitações e curva de aprendizado.</p>
<p>Outro ponto central abordado pela Sociedade é a integração entre inovação e padronização do cuidado. A tecnologia deve ser incorporada de forma responsável, respeitando protocolos, diretrizes e princípios éticos, garantindo que o avanço técnico caminhe junto com a segurança do paciente e a qualidade assistencial em todo o país.</p>
<p>Ao destacar o impacto das novas tecnologias na prática cirúrgica do membro superior, a SBCOC reafirma seu compromisso com a educação continuada, a atualização científica e o fortalecimento da cirurgia ortopédica baseada em conhecimento sólido. A atuação da Sociedade contribui para que a evolução tecnológica seja traduzida em cuidado mais eficiente, seguro e alinhado às melhores práticas da medicina moderna.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>SBCOC fortalece a formação científica e a integração de profissionais do ombro e cotovelo no Brasil</title>
		<link>https://sbcoc.org.br/sbcoc-fortalece-a-formacao-cientifica-e-a-integracao-de-profissionais-do-ombro-e-cotovelo-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Santana]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 15:27:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo (SBCOC) atua como uma das principais entidades científicas dedicadas ao desenvolvimento técnico e acadêmico da área no país. Associar-se à SBCOC significa integrar uma sociedade que tem como base a ciência, a atualização constante e a troca qualificada de conhecimento entre profissionais que atuam no cuidado  [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo (SBCOC) atua como uma das principais entidades científicas dedicadas ao desenvolvimento técnico e acadêmico da área no país. Associar-se à SBCOC significa integrar uma sociedade que tem como base a ciência, a atualização constante e a troca qualificada de conhecimento entre profissionais que atuam no cuidado do ombro e do cotovelo.</p>
<p>Um dos principais diferenciais da SBCOC é o compromisso com a educação continuada. A sociedade promove cursos, congressos, reuniões científicas, exames de certificação e conteúdos técnicos atualizados, contribuindo diretamente para a evolução da prática clínica e cirúrgica. Essas iniciativas acompanham os avanços da literatura científica e as tendências internacionais da ortopedia.</p>
<p>Além da formação, a SBCOC estimula a conexão entre seus associados. O intercâmbio de experiências, a discussão de casos e o contato com colegas de diferentes regiões do país fortalecem o pensamento crítico e ampliam a visão sobre condutas, técnicas e abordagens terapêuticas. Esse ambiente colaborativo é um dos pilares da atuação da sociedade.</p>
<p>A participação em eventos institucionais também permite ao associado estar inserido em debates relevantes sobre o futuro da cirurgia do ombro e cotovelo no Brasil. A SBCOC atua de forma organizada na construção de diretrizes, no incentivo à pesquisa científica e na valorização da atuação ética e responsável dentro da ortopedia.</p>
<p>Ao se associar à SBCOC, o profissional passa a fazer parte de uma sociedade científica ativa, alinhada às melhores práticas e comprometida com o avanço contínuo da área. Mais informações sobre associação, benefícios e atividades estão disponíveis no site oficial da entidade, reforçando o convite para integrar uma comunidade dedicada à excelência científica em ombro e cotovelo.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Educação continuada e o papel da SBCOC na padronização do cuidado cirúrgico no Brasil</title>
		<link>https://sbcoc.org.br/educacao-continuada-e-o-papel-da-sbcoc-na-padronizacao-do-cuidado-cirurgico-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Santana]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Feb 2026 15:35:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[A educação continuada é um dos principais pilares para a padronização do cuidado cirúrgico no Brasil, especialmente em áreas que demandam atualização técnica constante e decisões clínicas baseadas em evidências. Nesse contexto, a atuação da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo (SBCOC) tem sido fundamental para promover a qualificação profissional e contribuir para  [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A educação continuada é um dos principais pilares para a padronização do cuidado cirúrgico no Brasil, especialmente em áreas que demandam atualização técnica constante e decisões clínicas baseadas em evidências. Nesse contexto, a atuação da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo (SBCOC) tem sido fundamental para promover a qualificação profissional e contribuir para a segurança assistencial em todo o país.</p>
<p>Por meio da realização de cursos, exames de certificação, eventos científicos e atividades educacionais regulares, a SBCOC estimula a disseminação de conhecimento técnico atualizado e o alinhamento das práticas cirúrgicas adotadas por ortopedistas que atuam na área. Essas iniciativas favorecem a construção de critérios mais homogêneos de avaliação, indicação e condução dos tratamentos cirúrgicos.</p>
<p>A padronização defendida pela SBCOC não tem como objetivo limitar a autonomia médica, mas oferecer uma base científica sólida que auxilie o profissional na tomada de decisão clínica. A partir desse referencial, o cuidado pode ser individualizado com maior segurança, respeitando as particularidades de cada paciente e reduzindo variações assistenciais que não se sustentam em evidência científica.</p>
<p>Além disso, a participação ativa em ações de educação continuada promovidas pela Sociedade fortalece o intercâmbio de experiências entre profissionais de diferentes regiões do Brasil. A discussão de casos, a atualização frente a novas tecnologias e a avaliação crítica de resultados contribuem para a evolução constante da prática cirúrgica e para o aprimoramento dos desfechos clínicos.</p>
<p>Ao investir de forma contínua em educação médica, a SBCOC reafirma seu compromisso com a qualidade do cuidado cirúrgico, a segurança do paciente e o desenvolvimento responsável da área no país. A formação permanente, aliada à padronização técnica e à troca científica, é um caminho essencial para a consolidação de uma assistência cada vez mais qualificada.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Decisão cirúrgica no ombro vai além da imagem e exige análise clínica individualizada</title>
		<link>https://sbcoc.org.br/decisao-cirurgica-no-ombro-vai-alem-da-imagem-e-exige-analise-clinica-individualizada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Santana]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 15:18:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[A discussão de casos cirúrgicos é uma etapa essencial na prática ortopédica, especialmente nas patologias do ombro, em que a decisão clínica não pode ser baseada exclusivamente em exames de imagem. Embora recursos como ressonância magnética e tomografia sejam ferramentas importantes, eles representam apenas uma parte do processo diagnóstico e terapêutico. Na cirurgia do ombro,  [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A discussão de casos cirúrgicos é uma etapa essencial na prática ortopédica, especialmente nas patologias do ombro, em que a decisão clínica não pode ser baseada exclusivamente em exames de imagem. Embora recursos como ressonância magnética e tomografia sejam ferramentas importantes, eles representam apenas uma parte do processo diagnóstico e terapêutico.</p>
<p>Na cirurgia do ombro, a imagem ajuda a identificar lesões estruturais, mas não determina, sozinha, a necessidade de intervenção cirúrgica. Muitos achados radiológicos podem não ter correlação direta com os sintomas do paciente, enquanto quadros clínicos relevantes podem apresentar alterações discretas nos exames. Por isso, a interpretação isolada da imagem pode levar a decisões inadequadas.</p>
<p>A avaliação dos sintomas e da limitação funcional é um dos pilares da decisão cirúrgica. Dor persistente, perda de força, restrição de movimento e impacto nas atividades diárias ou esportivas devem ser considerados de forma cuidadosa. Esses fatores traduzem o real comprometimento da função do ombro e ajudam a definir o melhor momento e a melhor estratégia de tratamento.</p>
<p>Outro aspecto determinante é o contexto do paciente. Nível de atividade física, prática esportiva, demandas profissionais e expectativas em relação ao tratamento influenciam diretamente a conduta. Em pacientes fisicamente ativos ou atletas, por exemplo, a tolerância à limitação funcional é diferente daquela observada na população geral, o que exige ajustes na tomada de decisão.</p>
<p>A Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo (SBCOC) reforça que a boa decisão cirúrgica é sempre individualizada e baseada na integração entre dados clínicos, exames complementares e realidade funcional do paciente. Mais do que tratar imagens, o objetivo é tratar pessoas, buscando desfechos seguros, funcionais e alinhados às melhores práticas da cirurgia do ombro.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Instabilidade anterior do ombro em atletas de colisão desafia limites do reparo artroscópico</title>
		<link>https://sbcoc.org.br/instabilidade-anterior-do-ombro-em-atletas-de-colisao-desafia-limites-do-reparo-artroscopico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Santana]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 15:03:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[A instabilidade anterior do ombro é uma condição frequente em atletas de esportes de colisão, como futebol, rugby e artes marciais, e representa um desafio relevante na prática ortopédica. Nesses casos, a alta demanda funcional da articulação expõe limites importantes do reparo artroscópico isolado, exigindo uma análise criteriosa antes da definição da conduta cirúrgica. Embora  [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A instabilidade anterior do ombro é uma condição frequente em atletas de esportes de colisão, como futebol, rugby e artes marciais, e representa um desafio relevante na prática ortopédica. Nesses casos, a alta demanda funcional da articulação expõe limites importantes do reparo artroscópico isolado, exigindo uma análise criteriosa antes da definição da conduta cirúrgica.</p>
<p>Embora o reparo artroscópico seja amplamente utilizado no tratamento da instabilidade anterior, evidências científicas mostram que ele nem sempre é suficiente em atletas submetidos a impactos repetidos. O risco de recidiva tende a ser maior quando fatores como tipo de esporte, intensidade do contato físico e histórico de luxações não são considerados de forma adequada no planejamento terapêutico.</p>
<p>A avaliação da perda óssea glenoidal e das lesões associadas é um ponto central na tomada de decisão. Mesmo déficits ósseos considerados moderados podem comprometer a estabilidade do ombro em atletas de colisão, aumentando a chance de falha do tratamento e de novos episódios de instabilidade após o retorno ao esporte.</p>
<p>Outro aspecto fundamental é a análise da demanda funcional individual. Atletas que utilizam o ombro de forma intensa, com movimentos de impacto, rotação e abdução forçadas, impõem uma sobrecarga que pode ultrapassar a capacidade de contenção oferecida por determinadas técnicas cirúrgicas. Ignorar esse contexto pode resultar em desfechos clínicos insatisfatórios e afastamentos prolongados da prática esportiva.</p>
<p>A Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo (SBCOC) destaca que a decisão terapêutica deve ser sempre individualizada, baseada em critérios clínicos, anatômicos e funcionais. Mais do que a escolha de uma técnica, o sucesso no tratamento da instabilidade anterior do ombro em atletas de colisão depende de uma avaliação completa, alinhada às melhores evidências e à realidade de cada paciente.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Carnaval aumenta risco de traumas no ombro e cotovelo e exige atenção precoce aos sinais de alerta</title>
		<link>https://sbcoc.org.br/carnaval-aumenta-risco-de-traumas-no-ombro-e-cotovelo-e-exige-atencao-precoce-aos-sinais-de-alerta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Santana]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 14:46:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[O período do Carnaval, marcado por grandes aglomerações, blocos de rua e intensa movimentação corporal, também concentra um aumento significativo nos casos de traumas ortopédicos, especialmente envolvendo ombro e cotovelo. Quedas, empurrões e impactos durante a folia estão entre as principais causas de lesões nessas articulações, que muitas vezes são subestimadas no primeiro momento.  [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-1 fusion-flex-container has-pattern-background has-mask-background nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;--awb-flex-wrap:wrap;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start fusion-flex-content-wrap" style="max-width:104%;margin-left: calc(-4% / 2 );margin-right: calc(-4% / 2 );"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-0 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column" style="--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:1.92%;--awb-margin-bottom-large:20px;--awb-spacing-left-large:1.92%;--awb-width-medium:100%;--awb-order-medium:0;--awb-spacing-right-medium:1.92%;--awb-spacing-left-medium:1.92%;--awb-width-small:100%;--awb-order-small:0;--awb-spacing-right-small:1.92%;--awb-spacing-left-small:1.92%;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-column-has-shadow fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column"><div class="fusion-text fusion-text-1"><p>O período do Carnaval, marcado por grandes aglomerações, blocos de rua e intensa movimentação corporal, também concentra um aumento significativo nos casos de traumas ortopédicos, especialmente envolvendo ombro e cotovelo. Quedas, empurrões e impactos durante a folia estão entre as principais causas de lesões nessas articulações, que muitas vezes são subestimadas no primeiro momento.</p>
<p>Entre os quadros mais comuns registrados nesse período estão as luxações do ombro, fraturas, contusões e lesões ligamentares. Movimentos bruscos associados à perda de equilíbrio em ambientes lotados criam um cenário propício para traumas, sobretudo quando há consumo de álcool ou longas horas de permanência em pé, fatores que reduzem reflexos e aumentam o risco de acidentes.</p>
<p>Dor intensa, inchaço imediato, deformidade aparente e limitação de movimento são sinais de alerta que não devem ser ignorados. Em muitos casos, a tentativa de “suportar a dor” e seguir com a programação do Carnaval pode agravar a lesão, dificultando o tratamento e prolongando o tempo de recuperação funcional do ombro ou do cotovelo.</p>
<p>A avaliação médica precoce é um fator determinante para evitar complicações, como instabilidade articular crônica, perda de força, rigidez ou necessidade de intervenções mais complexas no futuro. O diagnóstico correto, realizado logo após o trauma, permite definir a melhor conduta, seja ela conservadora ou cirúrgica, com maior segurança e melhores resultados clínicos.</p>
<p>A Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo (SBCOC) reforça que a prevenção e a atenção aos sinais do corpo também fazem parte do cuidado durante a folia. Aproveitar o Carnaval com responsabilidade, respeitar os limites físicos e buscar atendimento ao menor sinal de lesão são medidas essenciais para garantir a saúde articular no pós-Carnaval.</p>
</div></div></div></div></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Verão impulsiona prática esportiva e aumenta casos de lesões no ombro</title>
		<link>https://sbcoc.org.br/verao-impulsiona-pratica-esportiva-e-aumenta-casos-de-lesoes-no-ombro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Santana]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 13:40:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a chegada do verão, cresce o número de pessoas que retomam ou intensificam a prática de atividades físicas ao ar livre, nas academias e em ambientes recreativos. Corridas, esportes de praia e treinos de força passam a fazer parte da rotina, mas, junto com esse aumento de movimento, também cresce a incidência de  [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-2 fusion-flex-container has-pattern-background has-mask-background nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;--awb-flex-wrap:wrap;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start fusion-flex-content-wrap" style="max-width:104%;margin-left: calc(-4% / 2 );margin-right: calc(-4% / 2 );"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-1 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column" style="--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:1.92%;--awb-margin-bottom-large:20px;--awb-spacing-left-large:1.92%;--awb-width-medium:100%;--awb-order-medium:0;--awb-spacing-right-medium:1.92%;--awb-spacing-left-medium:1.92%;--awb-width-small:100%;--awb-order-small:0;--awb-spacing-right-small:1.92%;--awb-spacing-left-small:1.92%;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-column-has-shadow fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column"><div class="fusion-text fusion-text-2"><p>Com a chegada do verão, cresce o número de pessoas que retomam ou intensificam a prática de atividades físicas ao ar livre, nas academias e em ambientes recreativos. Corridas, esportes de praia e treinos de força passam a fazer parte da rotina, mas, junto com esse aumento de movimento, também cresce a incidência de lesões no ombro.</p>
<p>O ombro é uma das articulações mais exigidas durante atividades físicas, especialmente em movimentos repetitivos, acima da cabeça ou com sobrecarga. Quando não há preparo adequado, técnica correta ou progressão segura de carga, estruturas como tendões e ligamentos ficam mais suscetíveis a inflamações, instabilidade e dor persistente.</p>
<p>Entre os quadros mais comuns observados nesse período estão as tendinites, as sobrecargas musculares e as lesões relacionadas à execução inadequada dos exercícios. Em muitos casos, o desconforto inicial é ignorado, o que pode favorecer a progressão da lesão e prolongar o tempo de recuperação.</p>
<p>A prevenção das lesões no ombro passa, principalmente, pela orientação adequada, respeito aos limites do corpo e atenção aos sinais de alerta. Dor recorrente, perda de força, limitação de movimento ou estalos acompanhados de desconforto não devem ser considerados normais, mesmo em pessoas fisicamente ativas.</p>
<p>Diante desses sintomas, a recomendação é buscar avaliação com um ortopedista associado à SBCOC, que poderá orientar a conduta adequada, indicar ajustes na atividade física e, quando necessário, solicitar exames complementares. Informação, acompanhamento profissional e prevenção são fundamentais para manter a prática esportiva segura durante o verão.</p>
</div></div></div></div></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dor no ombro não é normal: entenda quando a avaliação se torna necessária.</title>
		<link>https://sbcoc.org.br/dor-no-ombro-nao-e-normal-entenda-quando-a-avaliacao-se-torna-necessaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Santana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 00:14:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[A dor no ombro é uma das queixas musculoesqueléticas mais frequentes e, muitas vezes, é subestimada. No entanto, quando o desconforto persiste, se intensifica ou passa a interferir nas atividades cotidianas, ele deixa de ser um sintoma comum e passa a representar um possível sinal de comprometimento. Dificuldade para elevar o braço, perda de  [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-3 fusion-flex-container has-pattern-background has-mask-background nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;--awb-flex-wrap:wrap;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start fusion-flex-content-wrap" style="max-width:104%;margin-left: calc(-4% / 2 );margin-right: calc(-4% / 2 );"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-2 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column" style="--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:1.92%;--awb-margin-bottom-large:20px;--awb-spacing-left-large:1.92%;--awb-width-medium:100%;--awb-order-medium:0;--awb-spacing-right-medium:1.92%;--awb-spacing-left-medium:1.92%;--awb-width-small:100%;--awb-order-small:0;--awb-spacing-right-small:1.92%;--awb-spacing-left-small:1.92%;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-column-has-shadow fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column"><div class="fusion-text fusion-text-3"><p>A dor no ombro é uma das queixas musculoesqueléticas mais frequentes e, muitas vezes, é subestimada. No entanto, quando o desconforto persiste, se intensifica ou passa a interferir nas atividades cotidianas, ele deixa de ser um sintoma comum e passa a representar um possível sinal de comprometimento.</p>
<p>Dificuldade para elevar o braço, perda de força, estalos dolorosos durante o movimento e dor noturna são manifestações que merecem atenção. Esses sinais podem estar associados a alterações em estruturas fundamentais do ombro, como tendões, músculos, bursas e cartilagem, responsáveis pela função da articulação.</p>
<p>A busca por avaliação em fases iniciais é determinante para um diagnóstico preciso e para a definição da conduta mais adequada. A investigação precoce permite controlar a dor, preservar a função do ombro e evitar a progressão para quadros mais complexos, que podem resultar em limitação funcional prolongada e afastamento das atividades habituais.</p>
<p>A SBCOC reforça que reconhecer os sinais de alerta e agir de forma oportuna faz parte do cuidado com a saúde musculoesquelética. A informação qualificada, aliada à avaliação adequada, contribui para decisões seguras, melhor evolução clínica e manutenção da qualidade de vida ao longo do tempo.</p>
</div></div></div></div></div>
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		<title>Lesões de ombro na academia: por que a execução incorreta ainda é o principal fator de risco.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Santana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 00:11:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o aumento da prática de atividades físicas em academias, especialmente nos primeiros meses do ano, cresce também a incidência de queixas relacionadas a dor e lesões no ombro. A articulação, responsável por ampla mobilidade e exigente em termos de estabilidade, torna-se particularmente vulnerável quando exercícios são realizados sem controle adequado, técnica correta ou  [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-4 fusion-flex-container has-pattern-background has-mask-background nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;--awb-flex-wrap:wrap;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start fusion-flex-content-wrap" style="max-width:104%;margin-left: calc(-4% / 2 );margin-right: calc(-4% / 2 );"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-3 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column" style="--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:1.92%;--awb-margin-bottom-large:20px;--awb-spacing-left-large:1.92%;--awb-width-medium:100%;--awb-order-medium:0;--awb-spacing-right-medium:1.92%;--awb-spacing-left-medium:1.92%;--awb-width-small:100%;--awb-order-small:0;--awb-spacing-right-small:1.92%;--awb-spacing-left-small:1.92%;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-column-has-shadow fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column"><div class="fusion-text fusion-text-4"><p>Com o aumento da prática de atividades físicas em academias, especialmente nos primeiros meses do ano, cresce também a incidência de queixas relacionadas a dor e lesões no ombro. A articulação, responsável por ampla mobilidade e exigente em termos de estabilidade, torna-se particularmente vulnerável quando exercícios são realizados sem controle adequado, técnica correta ou progressão segura de carga.</p>
<p>Entre os fatores mais associados às lesões estão a carga acima da capacidade individual, a ausência de estabilização articular e a execução de movimentos rápidos, repetitivos e sem controle. Essas condições favorecem o surgimento de quadros patológicos, comprometendo o desempenho físico e a continuidade dos treinos.</p>
<p>A prevenção passa, sobretudo, pelo respeito aos princípios biomecânicos do movimento. A progressão gradual de carga, a atenção à técnica e o controle da amplitude são medidas essenciais para proteger as estruturas do ombro.</p>
<p>A SBCOC reforça que a dor articular durante ou após o treino não deve ser encarada como parte natural da prática esportiva. O desconforto recorrente é um sinal de alerta e sua investigação precoce contribui para evitar a evolução para lesões mais complexas, afastamento prolongado das atividades físicas e prejuízos funcionais. Informação, técnica adequada e acompanhamento profissional são pilares fundamentais para um treino seguro e sustentável.</p>
</div></div></div></div></div>
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